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terça-feira, agosto 23, 2011

Dividir para conquistar – Parte 1

mapa-brasil-capitanias hereditárias2

“Integrar para não entregar”, Marechal Cândido Rondon

“Dividir para conquistar”, técnica utilizada pelo exército romano, lá pelo século IV a.C.

Os dois lemas acima, do militar brasileiro em defesa da Amazônia e da integridade nacional, e dos estrategistas romanos, parecem lições contraditórias, mas são aditivas se colocadas no contexto desejado.

Rondon forjou seu lema numa época em que a comunicação entre as regiões brasileiras eram praticamente inexistentes. Fincando postes de telégrafos, abrindo caminhos pelas matas e mapeando rios, criava condições para que o governo federal conseguisse ocupar, fiscalizar e unir o país. Ainda no Brasil Colônia, em 1759, acabou-se com o sistema de capitanias hereditárias, que eram apenas 16, num território desse tamanhão e que, por isso mesmo, tornavam o país, rico em recursos naturais, inviável economicamente, além da roubalheira, lógico, nosso primeiro artigo importado da corte portuguesa.

Além dos estados, já praticamente todos definidos no final do século XIX, surgiram quatro Territórios Federais, Rondônia,Roraima, Amapá e Fernando de Noronha, três dos quas, já durante o último regime militar, tornaram-se estados, não mais dependendo da administração federal, mas contando com seus próprios governos locais.

Poucos anos antes, com a transferência da capital federal para o Planalto Central, fundiu-se o ex-Distrito Federal, então Estado da Guanabara, com o Estado do Rio de Janeiro, dando-se à cidade do Rio a condição de sua capital, por contar com melhor infraestrutura do que Niterói. Os cidadãos da Guanabara chiaram, mas não passou de um murmurinho, afinal de contas, em plena ditadura, haviam coisas mais importantes contra o que protestar, além do medo.

No caminho inverso, em 1977, dividiu-se o estado do Mato Grosso, dando origem ao Mato Grosso do Sul. Como efeito, os fazendeiros do Sul, principalmente Paraná e Rio Grande do Sul, continuando o êxodo originado com a construção da malfadada Transamazônica, levando-os a Roraima, Rondônia, norte de Goiás e sul do Pará.

Sua herança de agricultores, fruto do colonialismo alemão e italiano, levou à diversificação de culturas, mais tarde à industrialização, ao profissionalismo e à mecanização e conseqüente enriquecimento de áreas onde se vivia do extrativismo vegetal, da agricultura incipiente, do contrabando de animais silvestres, abate indiscriminado de jacarés e desmatamento ilegal. Criou-se uma nova fronteira para o agronegócio, levando-nos a fazer frente às exportações de China e Estados unidos, algo impensável até poucos anos atrás.

A receita repetiu-se com a cisão de Goiás, onze anos depois, criando-se o estado de Tocantins. Na metade superior do velho estado onde quase nada havia, fez-se Palmas da terra vermelha, como se fizera Brasília. Por duas décadas foi a cidade que mais cresceu no Brasil. Mais uma vez expandiram-se as fronteiras agrícolas, chegando ao oeste baiano, no qual destaca-se Barreiras, cidade de maior crescimento econômico em toda a Bahia, mesmo com a indústria de celulose instalando duas das maiores plantas do mundo no sul do estado.

Mato grosso e Goiás, assim como suas crias, Mato Grosso do Sul e Tocantins, “explodiram”, sem trazer prejuízos significativos Às suas matrizes, seus cidadãos tiveram aumento médio em suas rendas, as cidades mais longínquas puderam ter mais e melhores serviços, embora ainda longe do ideal, mas superiores ao nada que tinham.

Com território contínuo equivalente ao dos Estados Unidos, temos pouco mais da metade do número de estados do país norte americano e quando fala-se em dividir os existentes há uma chiadeira enorme, principalmente dos cidadãos das capitais que, via de regra, não conhecem os interiores e caem na balela simplista dos políticos estabelecidos.

Voltarei a falar, no próximo post, sobre as divisões do Pará, Bahia e Minas Gerais, tentando rebater os argumentos daqueles que pregam contra essas divisões, mas ainda acreditando que pode-se dividir para conquistar e, mesmo com mais pedaços, seria mais fácil integrar o território nacional.

©Marcos Pontes

domingo, agosto 21, 2011

Incolores

Incolor
Vá você dizer que é de direita, que é contra o sistema de cotas, que fulano é gordo e não obeso ou fortinho, que seu amigo é negrão e não afro-americano, que a família começou a dispersar-se quando a mulher emancipou-se e deixou os filhos aos cuidados da babá e que isso não é machismo, apenas a constatação científica do óbvio. Vá você cair na besteira de dizer que não há comprovação científica que o aquecimento global é uma conseqüência do intervencionismo humano na rotina natural e que a Terra jamais teve clima estável. Vá você dizer que o comunismo matou mais de cem milhões de pessoas quando um comunista, em seu relativismo justifica os crimes de seus partidários acusando os adversários de serem bandidos, como se os crimes de uns justificassem os crimes de outros. Caia na besteira de dizer que a natureza deve ser explorada, uma vez que dela depende a sobrevivência humana.
Se você assume publicamente qualquer posição contrária ao senso comum determinado pelas mídias infestadas de socialistas, sexistas, “tolerantes” que não toleram as posições que não coadunem com as suas, logo será taxado de preconceituoso, homofóbico, racista, capitalista selvagem, reacionário ou qualquer outro adjetivo que, mesmo sendo verdadeiro, é tomado pelos seus contrários como insultos, da mesma forma que eles se sentem, mais que insultados, ultrajados e agredidos quando você argumenta contra suas convicções, mesmo quando essas não são de fato convicções, apenas repetição do que seus líderes lhes mandaram repetir, sem análise, pesquisa ou constatação de que são verdades.
Costumo dizer que quanto mais conheço a esquerda, mais à direita me posiciono. Minha ojeriza aos ideais socialistas/comunistas, seja de que matiz for, só aumenta à medida que a argumentação marxista contradiz a prática e vice-versa. Mas respeito os que são socialistas de fato, os que têm embasamento. Já os socialistas ocasionais, aqueles que nunca leram mais do que Paulo Henrique Amorim, Luiz Nassiff e, pior de todos, Luís Favre, os que, sem argumentos, acusam seus opositores de serem repetidores dos artigos da Veja, numa alusão de que informação verdadeira somente a Carta Capital fornece. A esses eu já não chamo mais de vermelhinhos, eles são incolores.
Os incolores não têm ideologia, não leram Marx, acreditam nas mentiras que Guevara é herói, os capitalistas são assassinos, os conservadores são retrógrados e todos nós, seus opositores, somos intolerantes com o que chamam de práticas progressistas, como agredir a igreja, defender o casamento gay, ofender o papa ou qualquer autoridade não socialista, difamar qualquer instituição estabelecida como a família, a escola e as forças armadas.
Os incolores são aqueles que repetem como mantra que devemos defender a Amazônia, ajudar a combater a caça às baleias e financiar ONG que preservam o mico-leão dourado, mas não percebem que jogando papel de bala nas ruas estão destruindo seu próprio ambiente. Eles, em sua falta de raciocínio lógico e analítico, não param para pensar que plantar arroz não significa desalojar índios; que explorar madeiras não significa necessariamente acabar com as florestas; que gerar energia elétrica não é sinônimo de assorear rios e assassinar bagres. Como se vivessem de ar, apenas pregam o fim de todas as práticas acima, mas não conseguem perceber que se têm computadores e energia para colocarem-nos em ação, que se as gôndolas dos supermercados estão lotadas de arroz, farinha, bolachas e chocolates, que os freezers têm a picanha que adoram assar com os amigos ou as alfaces e tomates que os vegetarianos devoram como lagartas é porque parte dos campos, que defendem do discurso para fora, foi explorada para alimentá-los.
Os incolores não são vermelhinhos ou de qualquer outra coloração, nem brancos conseguem ser. São seres translúcidos, sem raciocínio próprio que se deixam levar pela maré que lhes falar bonito, que lêem Paulo Coelho como se escrevesse livros sagrados, mas não lêem a Bíblia porque a mídia atéia não a recomenda. Que devoram auto-ajuda, mas não tem paciência ou interesse em lerem ciência. São a espécie acéfala que nos ataca.
Pois, que vivam as cores e repudie-se o “incolorismo”!

©Marcos Pontes

quinta-feira, agosto 18, 2011

Filósofos e filósofos de botequim

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Não sou nenhum letrado em filosofia e seus ramos, sequer saberia definir um filósofo sem antes ter que recorrer à Barsa (coisa de gente velha) ou à Wikipedia, da molecada modernosa que acha que todas as informações ali são confiáveis. Ultimamente, porém, tenho lido e ouvido mais filósofos contemporâneos, uns poucos com clareza e originalidade de idéias; uns tantos apenas defendendo uma posição político-ideológica com os argumentos mais “brilhantes” e as deturpações mais sutis dos fatos para convencerem os incautos que não conseguem mastigar com o cérebro e engolem inteiras as idéias que lhe são lançadas; alguns outros batendo cabeça em suas próprias contradições e perdendo o fio da meada que eles próprios traçaram sem antes terem conseguido concluir suas teses ou sequer sabendo aonde querem chegar.

No primeiro time me encantam Pondé, Reinaldo Carvalho e Olavo de Carvalho, mas não encantam o suficiente para que os engula sem questioná-los – não no sentido ordinário de discordar, mas no sentido rigoroso -, não que não discorde vez ou outra.

Opa! Reinaldo Azevedo é jornalista. Sim, é, mas tem a leitura e consegue a interpretação própria dos fatos inerente à condição dos filósofos. Nas suas interpretações dos fatos e na sua leitura pormenorizada, daquelas que não se prendem no texto, ao contrário, vai ao fundo do subtexto sem esquecer-se do pretexto, faz filosofia das mais ricas.

Não coincidentemente, os três foram da esquerda, Carvalho foi do Partido Comunista, Azevedo era trotskysta da Libelu, e ambos passaram pelo caminho do que chamo de evolução, para citar outro filósofo político sem formação filosófica clássica, Roberto Campos, que dizia que na juventude todos têm a obrigação de serem socialistas na juventude, depois ficam inteligentes e tornam-se capitalistas (não exatamente nessas palavras, mas com esse sentido, segundo minha livre interpretação). Digo não coincidentemente porque também tive idéias esquerdistas, achava que só o socialismo salvaria o mundo e essas baboseiras que os filósofos e falsos filósofos de esquerda, que ainda não amadureceram, defendem, cada um com sua própria argumentação canhestra, como um mantra revelado pelo próprio Deus Che Guevara ou pelo seus messias Lula.

Se amadureci o suficiente para deixar de ser chamado de imbecil, não sei, mas me arvoro na condição de ser em ascensão. Um dia chego lá, embora sem filosofar, mal mal me dando ao trabalho de interpretar o mundo político que me cerca, entre muitos erros e alguns tiros na mosca.

Não são raros os momentos, deixando a modéstia descansando na cadeira aqui ao lado, em que vejo um dos três interpretar algum episódio da mesma forma com que interpretei alguns dias antes.

Hoje, lendo este artigo do Azevedo, vejo ele dar sentido similar às diretrizes políticas e suas aspirações políticas que eu dei em julho, neste post. Sem falar que ele repete o que falei ontem em conversa no Twitter, corroborado hoje por uma fala da presidente. Disse ela: “A verdadeira faxina que o Brasil precisa é a faxina da miséria”, Ao ouvir isso, comentei aos amigos tuiteiros: “Se ela diz que a faxina que o país precisa é a faxina contra a miséria, então a faxina política foi apenas um acidente de percurso”. Eis que Azevedo fala o mesmo.

A presidente TEVE que faxinar, não por vontade própria ou por pressão e sua base de apoio político, mas porque a imprensa a pautou e ela, no afã de distanciar-se da práxis tolerante de seu antecessor com a roubalheira, os desmandos e as falcatruas contumazes de seus camaradas, assumiu a máscara de paladina da ética, da moral e da honestidade, algo que Lula tentara incorporar, mas se traíra ao fechar os olhos e assumir uma falsa ignorância dos roubos que aconteciam sob sua barba tratada a preço de dólares, depois das desgrenhadas de antes de tornar-se paz e amor.

De quebra, o artigo do Azevedo me traz um filosofozinho de esquerda defendendo a roubalheira como forma de manter a governabilidade, deixando escondidinho seu propósito de ver o ex voltar com força em 2014. Se a imagem de proba colar na presidente, algo que de fato ela não é, a fantasia de probo de Lula enlameia-se e ele perderá força na luta pela sucessão. Aguardemos que o pau está comendo no ninho vermelho.

 

©Marcos Pontes

terça-feira, agosto 16, 2011

E-mail para os senadores

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O e-mail abaixo acabo de enviar para todos os senadores. Aos que desejam contribuir para acabar com a corupção oficial no país, desjo que façam o mesmo. Criem seus textos ou copiem este, se melhor lhes convier, e mande para todos os senadores ou apenas para os representantes do seu estado. mostremos a essa gente que estamos de olho no que eles estão fazendo, ou melhor, não estão fazendo.

Aqui está o nome de cada senador e o e-mail de cada um. Escreva para eles.

Excelentíssimos(as) Senhores(as) Senadores(as),

 

Falo em meu nome e, ouso dizer, que em nome dos milhares de brasileiros que na última noite fizeram uma passeata nacional clamando pela instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a corrupção que grassa no serviço público brasileiro em todas as esferas, doença crônica que precisa ser identificada, combatida e punida exemplarmente.

Mesmo sabendo que a quase totalidade, ou a totalidade de Vossas Excelências não me responderão esta correspondência, como cidadão cônscio de suas obrigações e cumpridor integral das mesmas não posso me omitir e fazer de conta que o tão propalado crescimento econômico e social do país compensam o furto monstruoso por que sofre, contumaz, o erário.

Vossas excelências não podem esquecer, um minuto que seja, no exercício de suas funções parlamentares que foram por nós, brasileiros contribuintes e eleitores, eleitos para nos representar, ou seja, fazer na casa de leis o que a população gostaria que fosse feito e que nosso desejo é que sejam tomadas medidas drásticas legislativas, policiais e judiciais contra aqueles que fazem dos recursos públicos uso pessoal estendido a corporações e amigos de negócios ilícitos.

Se o apelo deste cidadão para que ouçam os reclames populares, que pensem, ao menos, em suas famílias. Não lhes causa aflição e constrangimento as reações por que devem passar seus cônjuges, filhos, pais, sobrinhos, demais familiares e amigos, ao verem nos jornais que Vossas Excelências nada fazem de efetivo contra a corrupção que nos assalta? Não lhes aflige saberem que esses amigos e parentes são apontados como amigos e parentes de alguém que é conivente, se não por cumplicidade, por omissão, com o desvio moral e pecuniário que vitimiza toda a nação? Não lhes causa sensação de participação secundária nos roubos de que todos somos vítimas se Vossas excelências não combatem os crimes além do discurso para as câmeras e para as penas dos jornalistas?

Lembrem-se, Excelências, que não foram eleitos e eleitas para administrarem o país apenas para seus amigos e partidários, mas para ajudarem a promover o bem social, o zelo e respeito pelas leis, coibir os desmandos que lesem a pátria e seus cidadãos. Não esqueçam o quanto custa para o erário mantê-los em seus cargos e que os patrões que pagam suas despesas são todos e cada um dos brasileiros e que, na condição de seus patrões, merecemos ser ouvidos, termos nossos desejos atendidos por Vossas excelências dentro dos limites das leis e que os senhores e senhoras são apenas passageiros, guardiães da instituição que é o Poder Legislativo e que este perdurará além de suas e nossas próprias vidas e que Vossas excelências podem evitar entrarem para a história nacional como legisladores que nada fizeram para evitar que os cofres públicos continuassem saqueados insistentemente sem que os gatunos fossem devidamente identificados, processados, condenados e punidos.

Num país em que educação pública em todos os níveis, saúde, educação, transporte e moradia vivem estado de penúria e déficit crescente, Vossas Excelências têm o poder de acabar, ou pelo menos contribuir decisivamente para sua diminuição drástica, bastando para isso que ajudem a lacrar os ralos por onde o dinheiro de nossos impostos esvai-se aos borbotões.

Eu e milhões de brasileiros não esqueceremos daqueles que ajudarem a sanear o país, por outro lado, também lembraremos daqueles que traem seu povo e seus eleitores, em particular, fazendo ouvidos de mercador aos anseios populares.

 

Atenciosa e respeitosamente,

 

Marcos Pontes, um cidadão brasileiro.

 

©Marcos Pontes

segunda-feira, agosto 15, 2011

O uso de algemas

O post abaixo copiei descaradamente do Blog do Ferramula, porque eu não seria capaz de fazer tal pesquisa e nem conseguiria produzir tão fina ironia..

O uso das algemas: No Mundo e no 'resto do mundo' - Brasil . As Diferenças

O uso das algemas

No mundo inteiro, as ALGEMAS são usada de forma corriqueira  e INDISCRIMINADA. Ou seja, não há discriminação de: cor, censitária, classe social, credo, sexo, faixa etária, nacionalidade, profissão, etc.Trata-se, até, de uma das forma de inibir a criminalidade, com a rigidez necessária, especialmente para aqueles criminosos que atacam os cofres públicos. E mais, as algemas exibem o justo exercício da autoridade do estado, sobre a proteção e custódia do acusado. Confira nas fotos a seguir.

Raj Rajaratnam, fundador do Galleon Group, ganhou ilicitamente 36 milhões de dólares na venda e compra de ações usando informação privilegiada. (EUA).ALGEMADO!



O juiz Denny Chin, do Tribunal de Manhattan, decretou a prisão imediata do investidor Bernard Madoff (foto) até a divulgação da sentença, em 16 de junho. Se confirmada a sentença, Madoff pode pegar até 150 anos de prisão (a penalidade máxima para o caso) por uma colossal fraude de US$ 50 bilhões. ALGEMADO!


Robert Rizzo, uma espécie de gerente administrativo da cidade que, com ganhos duas vezes maiores que o do presidente Barack Obama, foi o pivô de um caso de corrupção na cidade de Bell, Califórnia.ALGEMADO!

Scott Sullivan, ex-chefe-financeiro da WorldCom, 47 anos, foi condenado a cinco anos de prisão após ser considerado mentor da fraude contábil de US$ 11 bilhões na empresa (EUA).. ALGEMADO!

Kenneth Lay envolvido numa das maiores fraudes financeiras da história dos Estados Unidos, na qual se criou sociedades financeiras que serviram para a Enron dissimular a magnitude de suas perdas e fazer o mercado financeiro acreditar que o grupo estava financeiramente saudável. ALGEMADO!

Andrew Fastow, comparsa de Kenneth Lay, considerado o cérebro de uma das maiores fraudes financeiras da história dos Estados Unidos, foi sentenciado nesta terça-feira a seis anos de prisão, quatro a menos que o máximo permitido, depois de se declarar culpado em um acordo feito com a promotoria.ALGEMADO!


Jeffrey Skilling é comparsa de Andrew Fastow e Kenneth Lay nas fraudes financeiras . (EUA). ALGEMADO!

O congressista Keith Ellison é preso depois de cruzar uma linha de policiais em protestos diante da embaixada do Sudão (EUA). ALGEMADO!


Karl Rove, um dos principais assessores políticos do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, envolvido com a revelação do nome de uma agente secreta americana. ALGEMADO!

Paris Hilton. ALGEMADA

Michel Jackson. ALGEMADO!



Russel Crowe. ALGEMADO!

O. J. Simpson. ALGEMADO! (e depois absolvido...)



                         Até os velhinhos... ALGEMADOS!

Adolescentes? ALGEMADOS!

Mickey Mouse, ALGEMADO!

Homem Aranha, ALGEMADO!



A justiça de Taiwan condenou o ex-presidente Chen Shui-bianà prisão perpétua por corrupção. Ele foiALGEMADO!
Obs. - esta postagem é  antiga, havia  postado  aqui  no  Blogue  no  inicio do  ano, mas como  fui  censurado  acabei deletando tudo até  por  precaução, e essa postagem encontra-se espalhada na web  em vários blogues. Ela é  completada com o pensamento de uns  ministros  iluminados da  nossa  corte que suprimi  dessa  postagem.

 

©Marcos Pontes