- Agora que estou usando Windows Live Writer, dá a impressão de que não estou colocando os créditos dos chargistas, mas não é assim. Apenas o crédito e a fonte ficam ocultas, para vê-los basta colocar o cursor sobre a imagem.
- Recebi duas reclamações referentes à dificuldade de se comentar neste blog e que o blog está pesado, difícil de abrir. Estou tentando descobrir o que se passa, não gostaria de mudar o template. Além de eu ter gostado muito desse, dá uma mão de obra enorme mudar tudo.
- Chega de falar do umbigo, tem coisa mais importante, como, por exemplo, a matéria do The Economist que o Estadão traduziu pra gente. Como foi um jornal estrangeiro, já apareceu parlamentar, como Heráclito Fortes – atual primeiro secretário da mesa do Senado, portanto envolvido na palhaçada sem graça por que passamos – para minorizar o teor da matéria. Se fosse um jornal brasileiro o autor do texto, os parlamentares fariam de conta que não leram, ou cavucariam a vida do autor para chantageá-lo ou denegrir sua história. Ou seja, não importa de onde vêm as denúncias, os caras continuam de costas para o óbvio, negando por negar, por falta de explicações. Não têm a mínima humildade para, pelo menos, pedirem desculpas. Esperemos pela plenária de amanhã para ver se os caras darão alguma explicação ou aproveitarão o final de semana para fazerem de conta que nada aconteceu.
- A situação de Z’El Bigodón não melhora e nem promete melhorar. Quanto mais se mexe, mais rato sai desse mato. Dos R$ 1,3 mi presenteados pela Petrobrás - que faz fiscalizaçõ por telefone para saber se o dinheiro disponibilizado foi deviamente empregado – parte foi paga para uma empresa de vestuário como prestadora de serviço num curso de história da Fundação Sarney. O detalhe sórdido é que a tal empresa é fantasma. Estou começando a achar que Sarney é médium, tantos são os fantasmas que o cercam.
- Há sabe-se lá quantos dias, lancei no Twitter a campanha “Fora, Sarney!”. O Joe fez a faixa azul e o banner que estão aí na coluna da direita. A Beatriz e o Cristiano aderiram, colocaram a faixa em suas fotos no perfil do Blogger, no Facebook, No Orkut, no Twitter, alguns blogueiros pegaram o banner para seus blogs… A campanha, embora tímida, estava espalhada. Paralelamente, outra campanha foi lançada com mais força, arrebanhando gente, criando e incentivando passeatas e manifestações por todo o Brasil. Beleza! Várias frentes num mesmo caminho. Aí apareceu ontem à noite o Noblat e a Rosana Herman no Twitter tentando mobilizar uma passeata virtual hoje. Tudo estaria bem se: 1. Eles se correspondessem com apenas uma meia dúzia de twiters, não respondendo e nem lendo os milhões de participantes; 2. Não tivessem a postura de criadores da roda ignorando tudo o que já foi feito pelos internautas até o momento; 3. Eu não desconfiasse de qualquer famosinho que adora tomar os créditos de mortais comuns quando a idéia é boa. Não estou querendo os méritos, mas eles devem ser dados àqueles que começaram a movimentaçao de “Fora, Sarney!” por todo o país. Mérito maior a Alcinéa que encarou a pega sozinha na primeira campanha “Xô, Sarney” e até hoje responde a processos impetrados pelo imperador do Amapá. Seria muito bom se Noblat, Rosana e todas as outras celebridades que estão pegando o bonde andando tivessem um pouco de humildade e se rendessem à coragem dos pioneiros dando-lhes o devido valor.
©Marcos Pontes



