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domingo, julho 12, 2009

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AUTO_solda

  • Agora que estou usando Windows Live Writer, dá a impressão de que não estou colocando os créditos dos chargistas, mas não é assim. Apenas o crédito e a fonte ficam ocultas, para vê-los basta colocar o cursor sobre a imagem.

  • Recebi duas reclamações referentes à dificuldade de se comentar neste blog e que o blog está pesado, difícil de abrir. Estou tentando descobrir o que se passa, não gostaria de mudar o template. Além de eu ter gostado muito desse, dá uma mão de obra enorme mudar tudo.

  • Chega de falar do umbigo, tem coisa mais importante, como, por exemplo, a matéria do The Economist que o Estadão traduziu pra gente. Como foi um jornal estrangeiro, já apareceu parlamentar, como Heráclito Fortes – atual primeiro secretário da mesa do Senado, portanto envolvido na palhaçada sem graça por que passamos – para minorizar o teor da matéria. Se fosse um jornal brasileiro o autor do texto, os parlamentares fariam de conta que não leram, ou cavucariam a vida do autor para chantageá-lo ou denegrir sua história. Ou seja, não importa de onde vêm as denúncias, os caras continuam de costas para o óbvio, negando por negar, por falta de explicações. Não têm a mínima humildade para, pelo menos, pedirem desculpas. Esperemos pela plenária de amanhã para ver se os caras darão alguma explicação ou aproveitarão o final de semana para fazerem de conta que nada aconteceu.

  • A situação de Z’El Bigodón não melhora e nem promete melhorar. Quanto mais se mexe, mais rato sai desse mato. Dos R$ 1,3 mi presenteados pela Petrobrás - que faz fiscalizaçõ por telefone para saber se o dinheiro disponibilizado foi deviamente empregado – parte foi paga para uma empresa de vestuário como prestadora de serviço num curso de história da Fundação Sarney. O detalhe sórdido é que a tal empresa é fantasma. Estou começando a achar que Sarney é médium, tantos são os fantasmas que o cercam.

  • Há sabe-se lá quantos dias, lancei no Twitter a campanha “Fora, Sarney!”. O Joe fez a faixa azul e o banner que estão aí na coluna da direita. A Beatriz e o Cristiano aderiram, colocaram a faixa em suas fotos no perfil do Blogger, no Facebook, No Orkut, no Twitter, alguns blogueiros pegaram o banner para seus blogs… A campanha, embora tímida, estava espalhada. Paralelamente, outra campanha foi lançada com mais força, arrebanhando gente, criando e incentivando passeatas e manifestações por todo o Brasil. Beleza! Várias frentes num mesmo caminho. Aí apareceu ontem à noite o Noblat e a Rosana Herman no Twitter tentando mobilizar uma passeata virtual hoje. Tudo estaria bem se: 1. Eles se correspondessem com apenas uma meia dúzia de twiters, não respondendo e nem lendo os milhões de participantes; 2. Não tivessem a postura de criadores da roda ignorando tudo o que já foi feito pelos internautas até o momento; 3. Eu não desconfiasse de qualquer famosinho que adora tomar os créditos de mortais comuns quando a idéia é boa. Não estou querendo os méritos, mas eles devem ser dados àqueles que começaram a movimentaçao de “Fora, Sarney!” por todo o país. Mérito maior a Alcinéa que encarou a pega sozinha na primeira campanha “Xô, Sarney” e até hoje responde a processos impetrados pelo imperador do Amapá. Seria muito bom se Noblat, Rosana e todas as outras celebridades que estão pegando o bonde andando tivessem um pouco de humildade e se rendessem à coragem dos pioneiros dando-lhes o devido valor.

©Marcos Pontes

7 comentários:

Paula disse...

Não mexa no layout mesmo, está lindo!!!
Já alterei a foto do twitter, estou colocando os banners.

Beijos

PoPa disse...

Este layout está muito bom, mesmo, apesar de demorar um pouquinho para carregar, mas nada do outro mundo.

Quanto a usar idéias de outros, já é praxe na internet. O lamentável e ver gente que poderia ter suas próprias idéias - até por obrigação de profissão - usurpar as dos outros.

Bea - Compulsão Diária disse...

Marcos, meu querido

A negação é a defesa mais insensata que sabemos onde leva. Ou à loucura ou à perversão.

Prefiro a loucura. Não acho que seja o caso dos senadores.

Qto aos jornalistas citados de duas uma: ou a idéia da Alcinea e deppis reativada por nós é uma expressão do desejo coletivo , e então virou causa de domínio público ou eles tb negam, assim como os senadores. O que a meu ver leva à uma troca perversa entre eleitores e/ou seguidores;))

A matéria do Economist é uma manifestação mínima , a esperança de que há alguma imprensa mais livre. Neguem ou não, o artigo e Fora Sarney estão na rede.

Cabe nós que temos acesso a ela levar pra boca do povo.De que maneira fazer com que as manifestações digitais ganhem as ruas reais? Alô, alô jornalista, pessoal da mídia independente, quem anda de táxi, ônibus, vai ao mercado, à feira..bóra tocar no assunto.

é o que tenho feito aqui na minha cidade.

Cachorro Louco disse...

Marcos: Acredito que the Economist seja um jornal sério ,portanto digno de nossa credibilidade ,o que não acontece com essa corja de senadores e deputados.Tudo que acontece não é com êles ,ou não sabem quem fez.Parecem alunos da pre-escola commedo de apanhar quando chegarem em casa .Só que no caso deles o certo é cadeia ,ou melhor ,deveriam ser exportados para Anusba (é cuba,mas não resisti)para conhecerem el paredón.
Algumas pessoas que chegam à fama fazem de tudo para se manter no topo ,inclusive se apropriar das idéias alheias .Conheço um país na américa do sul cujo presidente conhecido como " Nine Fingers" fala que criou todos os esquemas assistenciais do país .Só não fala que criou a moeda .E, quando ha uma bela cagada êle diz que não sabe ,não viu ,e ,não estava lá .Abraços

Neto disse...

Olá Marcos!
Vamos aos fatos: Minha recomendação anterior (recomendação, não uma reclamação!) era somente sobre o template que demorava um pouco para abrir, mas isto obviamente pode ser melhorado, mexendo no código fonte dele, claro! Fiz isso no meu, e embora muita gente ainda reclame, melhorou bastante.

Nós, que somos blogueiros, se queremos atingir um número maior de leitores (de qualidade, óbvio!) devemos estar atento às plataformas e sistemas que eles usam - no meu blog muita gente ainda vem do Internet Explorer 6 e a conexão deles é ruim, mas a gente vai arrumando.

Já sobre os seus textos, claro que não precisa mudar nada, são perfeitos!

A revista The Economist, por incrivel que pareça, zoou com os parlamentares brasileiros naquele artigo intitulado "A casa dos horrores', e ainda soltou a pegadinha ' o que os políticos americanos podem aprender com os brasileiros'... É mole!

E só podiam estar brincando quando disseram que Sarney era um 'sobrevivente' no episódio. Mais cômico, impossivel!

Sobre a sua campanha 'Xô Sarney', você está certíssimo. A influência do Noblat e da Rosana deverá realmente mobilizá-la ainda mais. No entanto, se tiverem bom senso talvez lhe deem a autoria, mas... pelo que já ouvi falar, ambos parecem que levam a ideia de que 'caiu na rede é público'.

Entretanto, estou do seu lado e acredito que você está certo em falar.

p.s. hoje, estou baixando o Live Writter para conhecer e pretendo usá-lo para postar (tava com essa deficiência nas publicações), penso que melhorar nossos blogs não é questão de umbigo, não. Ele representa nosso melhor cartão de visita para o mundo :)

Grande abraço.

Alcinéa Cavalcante disse...

Me parece que está sim um pouco pesado (mas tá bonito), pois tem dias que não consigo abrir, até então estava atribuindo a Interlerda do Amapá.

Quanto a passeata virtual #forasarney concordo com tudo que você disse.
Torço para que dê certo, estou fazendo minha parte, mas essa do Noblat de querer fazer um grande movimento articulando com menos de meia dúzia é complicado. Né não?

Doroni Hilgenberg disse...

Boa tarde Marcos.
Interessante que eu também não
estava conseguindo entrar no seu Blog e como sempre, aprecio os seus artigos indignados contra a farra dos senadores e tudo o mais que acontece nesse Brasil
comandado por ratazanas que não querem largar do queijo.
Concordo com a campanha " Fora Sarney mas só a tarja azul não
basta, é preciso uma maior abrangência pública. Uma passeata
nestas alturas em que o Senado esta fragilizado seria por demais de boa.
Achei legal a revista The Econmomist falar nestes termos do Brasil porque é uma verdade e gostei do nosso Senador " Arthur Neto, corcordar em que o Senado é mesmo "Uma casa de horrores", porque é a partir dessa visão que pode haver mudanças.

bjs