Pesquisar neste blog e nos da lista

sexta-feira, junho 25, 2010

Balão de ensaio ou traição?

caiado

 

A novela estava naquela fase de melodrama e suspensezinho, tipo quem é o pai de Albertinho Limonta? (Nossa! Tô velho). Eis que aparece o Roberto Jeferson e joga as histórias de bastidor no ventilado: o vice de Serra será o Álvaro Dias.

Já de manhã cedo, numa sexta-feira de feriado no Nordeste e jogo do Brasil o resto do mundo, os jornais começam a reproduzir a notícia dada pelo Jefferson e o panavueiro se forma na política nacional. O jogo ficou mais emocionante do que a pasmaceira Brasil X Portugal.

Se torcedores tucanos vibram pela definição, nos vestiários do DEM a turma do Caiado se revolta. O deputado vai pro Twitter e se rasga falando mal dos parceiros tucanos. Como pode o PSDB lançar o Dias sem ouvir o parceiro Democratas? Isso é uma traição, e tome mimimi do goiano.

Caiado tavez não tenha lidos os jornais. O Globo, por exemplo, noticiou que o PSDB confirmou que havia oferecido a vice presidência na chapa de Serra, mas que ainda não havia fechado questão, já que deveria ouvir o DEM antes.

Como um sujeito mais ou menos familiarizado com as raposadas da política nacional, desde cedo sugeri que a tuitada do Jefferson poderia ser o que Golbery apelidou de “balão de ensaio”, tática por demais usada, principalmente pelo governo, de deixar vazar para a mídia algo que seria segredo e ouvir a repercussão. Dependendo da resposta do público a notícia é confirmada ou negada. Imagino que o Jefferson, do PTB que apóia Serra, possa ser o emissário desse balão. A pedido dos caciques tucanos, numa entrevista via Twitter ao Ricardo Noblat, ele lançaria o furo da vice presidência do Álvaro, isso feito, a tucanada de alto grau colaria os ouvidos nas portas e os olhos no Twitter para saber se a resposta popular seria positiva ou não, de quebra, veria qual a posição do DEM.

Nem de longe arrisco afirmar que foi assim que se sucedeu, mas bem pode ter sido.

Depois do piti de Ronaldo Caiado no Twitter, logo aparece a notícia no Globo. Sintomático.

A turma petista está vibrando com o descontentamento de Caiado e a ameaça de um rompimento da aliança DEM X PSDB. Se amanhã a notícia for negada, Caiado aparecer de braços dados com algum tucano e o nome do vice deixar pra ser divulgado somente dia 30 de junho, como já divulgado anteriormente pelo PSDB, os petistas ficarão no meio da praça sem saber o que fazer com suas bandeirinhas vermelhas.

O fato é que não há bobo de nenhum dos lados e a hipótese do balão de ensaio ainda é a mais plausível pra mim. Apenas esqueceram de avisar ao Caiado e à arraia miúda do DEM, afinal de contas, sua reação também faz parte do estudo pretendido pelos cardeais emplumados.

Muito provavelmente, quando eu terminar de digitar esse texto, tudo o que foi dito durante todo o dia já estará velho, o que era verdade até às 19 horas já nada vale, o que era jogo fechado às 20 horas será notícia velha e o que sairá nas páginas dos jornais pela manhã nada terá a ver com as notícias de fechamento de hoje. Aguardemos, somos apenas peões curiosos nesse jogo.

 

@ Marcos Pontes

quinta-feira, junho 24, 2010

Uma Noiva para nosferatu

nosferatu

O PSDB, como sempre, demora a tomar resoluções, dando a seus eleitores a impressão de que é inseguro e tudo o que o eleitor não quer de seus candidatos é que eles sejam inseguros.

Os tucanos não aprenderam a lição de quatro anos atrás, quando fizeram a mesma cera para definir quem concorreria à presidência da República. Em 2009/2010 a novela repetiu-se e o país viu-se dentro de um suspense sem fim com a escolha entre Aécio e Serra. O pau comia sob as folhagens entre os tucanos e cada dia uma versão e um nome vazavam para a imprensa, para no dia seguinte haver um desmentido.

Depois de muito tro-ló-ló, chegaram a um acordo e Serra foi oficializado como o candidato do PSDB à presidência. Alívio geral? Longe disso. Agora discutia-se o vice. O primeiro nome, e o mais natural para a vaga, era do Aécio, a desejadíssima “chapa-puro-sangue” dos sonhos da tucanada de alto clero, baixo clero e clero nenhum. Numa demonstração de que preza muito mais seu próprio umbigo do que os desejos dos seus partidários, Aécio, que já tem praticamente ganha a vaga de senador, recusou-se a ser subalterno de Serra nessa parada.

Deu uma banana para todos os que pediram, rogaram, imploraram pela sua aceitação. E lá se vai o PSDB de volta à estrada, em seu ritmo de tartaruga paraplégica, num périplo sem fim, em busca de uma noiva para Nosferatu. Todo mundo, menos Aécio, quer a vaga. E tomem especulações de jornais, revistas, políticos, blogueiros, tuiteiros e de apontadores de jogo do bicho. Só os cardeais peessedebistas não se manifestam.

Paralelamente a isso, Lula, PT e asseclas, Dilma e demais ministros, governadores e imprensa remunerada, investem pesado na popularização do nome, imagem e falta de programa, mas de mentira perfeita, da candidata do presidente. Ela deixa de ser o poste desdenhado pela oposição, toma corpo, vira realidade e cresce nas pesquisas de todos os institutos de pesquisas. Atônitos, os simpatizantes tucanos tentam negar o óbvio, desdenham dos pesquisadores e das pesquisas. E ela continua simpática e sutil como um rolo compressor elevando seus índices.

Como que um gordo descalço tentando andar num piso liso ensaboado, o PSDB patina, não sai do lugar, nada de um nome surgir. Aécio, o natural dono da vaga, vira de costas, faz de conta que não é com ele, e sua indiferença ajuda a afundar a candidatura Serra num poço de areia movediça.

Dilma escolhe o inexpressivo, venal e botulínico Michel Temer, seu alvará de apoio peemedebista, o Partido do Me Dei Bem, como diria o Ricardo Rayol. E nada do tucano voar.

Kátia Abreu, Alckmin, Yeda Crusius, Paulo Souto, Sérgio Guerra (que os “fantasmas” acabaram por afastar), Álvaro Dias, Marisa Serrano, José Carlos Aleluia, Valéria Pires Franco, Adréa Neves, Beto Richa, Demóstenes Torres, Francisco Dornelles, Itamar Franco, Jarbas Vasconcelos, José Agripino, José Roberto Arruda (auto-destruído pelo mensalão que mantinha no DF), Marco Maciel, Marina Silva, Pimenta da Veiga, Tasso Jereissati, Benito Gama e até o Mão Santa, são os 23 nomes que consegui enumerar, dois a mais que a lista da Época, como possíveis vices de Serra, ventilados pela imprensa, por políticos ou pelos tuiteiros, alguns de dentro do ninho. Quem não falou sequer um nome até o momento foi justamente Serra.

E hoje o Ibope diz que o tanque bancado pelo erário, Dilma, tomou a frente disparadamente, mesmo com um vice antipático e desconhecido para o Brasil. Antes um vice ruim do que nenhum, ensina a candidata petista a uma oposição inerte há sete anos e meio e que agora parece catatônica.

Se a oposição não conseguiu sequer arranhar a imagem antipática, vaidosa e prepotente de Lula, não consegue sequer fazer sua própria imagem, enquanto isso a banda e o rolo compressor passam, os eleitores potencialmente tucanos se enervam, os indecisos se indecidem porque vêem uma candidata real à sua frente e a situação emplaca com força um ex-poste como via válida, para o desespero daqueles que, como eu, defendem a alternância de poder e rejeitam profundamente qualquer administração petista.

©Marcos Pontes

quarta-feira, junho 23, 2010

O que era e o que é

censura

 

Uma coisa interessante acontece com o atual governo federal, não há necessidade de se criar mentiras ou factóides para desmoralizá-lo ou fazer-lhe oposição, como é prática na política brasileira há 510 anos. Basta saber ler os jornais. As piores críticas nascem da própria práxis política do PT e adjacências.

Foi notícia, por exemplo, a cassação de vários textos publicados no site do Ministério do Planejamento que faziam críticas a vários órgãos e segmentos do governo que haviam falhado em seus objetivos ou na execução das tarefas que os atingissem. Repetindo a máxima do Rubens Ricúpero, massiçamente criticada pelo PT antigo, que “o que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde”, o governo central, o nosso Politburo, censura até mesmo as autocríticas. Como uma moça pudica não permite que apareça sequer um milímetro da renda da anágua.

Aliás, o governo Lula não seria jamais uma moça pudica, está mais para uma devassa em roupas de evangélica. O que se puder pensar em pior em termos de falta de moral, de honestidade, de transparência, de democracia, essa messalina tem de sobra. Por baixo da roupa comportada, saias abaixo do joelho, blusa de mangas e golas altas, há uma calcinha fio dental, sutiãs com enchimento e um tremendo fervor nas entranhas, uma atração terrível pelo pecado.

Essa menina transviada tentou obedecer à mãe que aconselhava a evitar as más companhias. Esse era o PT da primeira idade e da adolescência, aquele partido que se orgulhava de não coligar-se com os “reacionários” (os seguidores sectários continuam usando essa terminologia contra todo e qualquer opositor a si) e condenar as ilegalidades dos governos e governantes daquele tempo. Mas a menininha bem comportada e rebelde contra a desonestidade cresceu e cansou-se de ser exceção, tornou-se membro da gangue dos podres. Passou da maconha que usava nas festinhas “inocentes” para o charutão castrista e o sangue dos inocentes que os produziam; das batinhas indianas do romantismo hyppie pulou para os ternos Armani e os tailleurs Chanel arrematados sem pudor com milhões retirados do erário. Para seguir as orientações de transformação do marqueteiro mor, Duda Mendonça, Lula deixou de ser um sapo barbudo para tornar-se um “paz e amor” de ternos importados; Dilma deixou de ser a riquinha e ex-católica rebelde de bolsa tiracolo de couro ou lona para usar bolsas Hermès que custam mais que um ano de salário dos trabalhadores que ela diz defender.

Millôr, na sua genialidade, já havia feito a diferenciação: “Eu mandar em você é democracia; você mandar em mim, é ditadura”. O velho relativismo esquerdista. A prática política de Lula e PT no comando torto da nação mostram exatamente isso, o que eles condenavam quando eram oposição furiosa tornou-se diretriz e norma de sua própria administração. Censura, por exemplo, um dos carros chefes de todas as oposições ao regime militar e, com razão, um dos pontos fortes do discurso petista-oposicionista, tornou-se aliada do governo e uma busca constante, altamente fomentada por Tarso Genro quando exercia o cargo de pior ministro da justiça que o país já teve. Se bobearmos, logo, logo terá gente como Franklin Martins ou Dilma Roussef defendendo a tortura como meio lícito e justificável de se conseguir confissões.

Para quem ficou curioso e quer informar-se melhor sobre os erros do governo e a análise desses erros feita por gente do próprio governo e devidamente censurada pelo Politburo, eis o link da Folha. Leia antes que seja censurado.

 

@Marcos Pontes

sábado, junho 19, 2010

República Popular do Brasil

China

 

Democracia, por definição, é o regime político em que as decisões são tomadas pelas autoridades de acordo com o desejo popular, disso todo mundo sabe – talvez não os estudantes do ensino fundamental de hoje, que não conta mais com disciplinas como Educação Moral e Cívica ou Organização Social e Política Brasileira, respectivamente EMC e OSPB. Se você lembra dessas matérias não tem mais como esconder que já passou dos quarenta.

Parando de divagar e voltando ao tema desse texto de pé quebrado.

Regimes totalitaristas e autocráticos, como os que o presidente Lula, sob a orientação desastrada do Celso Amorim, adora defender e ter como amigos,utilizam-se constantemente do nome do povo para justificar seu conteúdo autoritário. Essa apropriação da vontade popular, que nem sempre, ou quase nunca, é consultado, começa pelo próprio nome dos países.

São exemplos desse abuso do desejo do cidadão alguns nomes de países que foram ou ainda são socialistas, comunistas ou que fingem ser um dos dois, mas que não passam de feudos hereditários. A Alemanha Comunista, criada em 1949, da costela oriental da Alemanha denominava-se República Democrática Alemã; a China oficialmente chama-se República Popular da China; a Coréia do Norte, quem diria?, chama-se República Democrática Popular da Coréia, numa redundância mentirosa; O Laos é a República Democrática Popular do Laos, repetindo o exagero mentiroso da vizinha de continente. Esses países nada têm de populares, muito menos de democráticos, mas utilizam-se disso como propaganda oficial, uma maneira escamoteada de fixar no inconsciente coletivo a idéia que vontade do cidadão é respeitada, que as decisões dos mandatários estão concatenadas com o desejo do trabalhador, quando no fundo tudo, desde a culinária à quantidade de filhos, é determinado, obrigado e vigiado pelos caciques do partido único.

O governo brasileiro, com a ajuda de uma parte da imprensa, tem feito isso. Por meio de Medidas Provisórias ou projetos de leis, nosso Politburo tem feito valer sua vontade com a ajuda analfabeta de nossos políticos burros. Quase tudo o que o governo deseja, consegue no Congresso Nacional, as discussões são rasas, a situação sofre de conivência cega e remunerada e a oposição enfaixa-se pela incompetência, covardia, conivência e desagregamento.

A imprensa, por sua vez, quando lança manchetes do tipo “O Brasil aprova o governo Lula” ou “O Brasil gosta do governo federal”, enfia na cabeça do populacho que há unanimidade nas nossas vontades, como se fôssemos uma massa uniforme e densa que flutua coesa pela maré que o poder central gerar. Não há resistência, não há contra maré, não existem remos tentando impulsionar a nau em outra direção. O desejo autocrático da gangue vermelha torna-se o desejo do país.

Não é à toa que esse mesmo comitê central do partido vermelho vem fazendo tentativa atrás de tentativa de calar o resto que ainda existe de oposição pensante. Não foram poucas e nem são poucas as tentativas de unificar o pensamento, menosprezando-se a inteligência dos poucos que ainda dão-se ao trabalho de analisar e questionar o azimute determinado por meia dúzia de luas pardas e o próprio chefe da quadrilha.

Com blogueiros assalariados com verbas de empresas estatais e mais um exército de tuiteiros sob o comando e coordenação de um jornalistazinho chapa branca que há anos vem se dedicando à causa petista, o governo utiliza-se do nome dos trabalhadores, mudando o significado desse adjetivo para vagabundo sindicalista, e dos cidadãos para disfarçar seu viés ditatorial.

Não nos surpreendamos se aparecer por aí um Projeto de Emenda Constitucional sugerindo que o nome do país, que já foi Estados Unidos do Brasil e hoje é República Federativa do Brasil, seja mudado para República Democrática Brasileira ou, talvez, República Democrática e Popular dos Trabalhadores Brasileiros.

©Marcos Pontes

terça-feira, junho 15, 2010

Resposta ao nassiff

nassif_capa

 

Eis que recebo de um amigo do Twitter o alerta pra um post em que Luís Nassif me cita.

Este senhor já havia feito uma “lista negra” de blogueiros que se opõem ao governo que ele defende cegamente e por conta dessa lista eu o citei a um amigo como sendo um dos agentes do estado policialesco que o PT havia implantado no Brasil.

O senhor Nassif, sabe-se lá por qual ferramenta, imediatamente entrou em nossa conversa, nervozinho e negando que havia o tal espírito policialesco. Lógico que o retruquei. Ele próprio me dava duas demonstrações que há, sim, uma perseguição, uma caça às bruxas fantasiada de bom mocismo. Primeiro ao listar blogueiros opositores como se fossem eles golpistas, bandidos; E agora aparecendo do nada, sem sequer ter seu nome citado antecipado por @, o que permitiria que ele recebesse uma notificação de que havia sido mencionado por algum tuiteiro.

Me deu mais uma reposta na qual me chamava de neurótico e correu do debate. Somente hoje fico sabendo desse seu post do dia 08 de junho, dia seguinte ao nosso encontro. Não bastasse seu desequilíbrio cobrando equilíbrio alheio, ainda me denomina e dá meu endereço para os abutres petistas.

Se tiver paciência, amigo(a), leia o post do senhor Nassif e, abaixo, a minha resposta, devidamente enviada para ele como comentário do mesmo post, comentário este que não sei se ele manterá postado.

Como o senhor diz que eu me acho o todo poderoso por trás de uma máquina, quando o senhor foi quem evitou responder às perguntas que lhe fiz, com firmeza, talvez até agressivo, mas com respeito e polidez, usando o mesmo tratamento de "senhor" que uso agora.

O senhor meteu-se numa conversa que eu levava com outro tuiteiro, na qual o senhor havia sido citado por mim por ter nomeado blogueiros, numa lista, aqui nesse seu espaço, como se fosse o paladino do governo, do tipo mais baixo que dedura os opositores, algo que o senhor sabe de cor por conhecer bem a história.

Disse que o senhor faz parte de um estado policialesco e, mais uma vez, o senhor demonstra que estou certo, caindo ainda na senvergonhice de colocar meu nome completo e endereço, como que insuflando seus abutres carniceiros a virem em minha cola. Covarde, policialesco, vil.

Não me amedrontam posturas como a sua. Se o senhor localizou meu nome completo e endereço é porque eu permiti, já que me vejo vivendo num país democrático, por isso mesmo não vejo porque temer essas polícias ideológicas. Tenha, porém, a hombridade de narrar as coisas como de fato ocorreram e não sob essa sua óptica paranóica de perseguido e perseguidor, de defensor de um governo que o sustenta por meio de patrocínios como da Petrobrás, de fiel escudeiro de um governo que investe mais em propaganda do que em saneamento básico, boa parte dessa propaganda veiculada em sites como o seu fantasiados de jornalísticos, de informativos.

Se o senhor se incomoda tanto com minha postura, por que corre do debate e vem me citar em baixo da saia de seus fiéis leitores ao invés de argumentar como homem como lhe propus ao lhe dirigir questões?

Em mim não cabe a pecha de covarde, a devolvo ao senhor em quem ela se coloca como uma luva.

A propósito, com toda a minha "baixaria" e "baixo nível", eu jamais exporia seu endereço, se por um acaso o soubesse, ainda mais o senhor tendo a noção de como a política acirra ânimos, que o senhor tem um público considerável; que alguns de seus leitores, até pelo fato de não o conhecerem bem, o têm como o dono da verdade e do conhecimento. Expor a mim é uma coisa, eu próprio me exponho, mas expor minha família à fúria de algum leitor desequilibrado é um ato insano, vil, paranóico, covarde.

Quando quiser debater, apareça sem essa carapuça de o coitadinho injustiçado, vista-se de argumentos e coragem e vamos às falas.

©Marcos Pontes