Estava eu olhando os catálogos de algumas editoras independentes e fiquei surpreso com a quantidade de novos títulos voltados para romances e historinhas de bruxos, meninos magos, seres fabulosos e coisas que tais. Deve ser o efeito Harry Potter fazendo com que alguns autores sonhem em se tornarem uma nova J. K. Rowling. Dos males o menos, melhor querer ser uma escritora bem sucedida do que Paris Hilton.
Recomeça a semana, recomeça a especulação sobre a saída ou não de Renanzinho. Aqui na cidade estão fazendo um bolão. Os palpites é o total de votos pró e contra. Eu torço, mas não arrisco.
A proposta de Constituinte do PT, feita no último Congresso Nacional do partido, que sugere, entre outras coisas, o fim do Senado e a criação de um parlamento unicameral seria, há alguns anos, chamada de casuísmo. Mais uma prova que os políticos brasileiros não aprenderam ainda a pensar em longo prazo. Os caras querem apenas resolver seus probleminhas de hoje. Se essa proposta fosse aprovada, o Brasil seria comandado ad eternum pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do sul, uma vez que a quantidade de deputados federais é proporcional ao número de eleitores dos estados. O senadores são três por estado, independentemente do tamanho de suas populações, o que proporciona um maior equilíbrio. Num parlamento unicameral, os estados mais populosos não permitiriam que os números de parlamentares fosse o mesmo para cada estado, daí a grande vantagem dos estados do sul e sudeste, deixando Roraima, Acre, Amapá, Piauí sempre marginalizados nas decisões nacionais. Um perigo para a unidade nacional se isso ocorrer, embora eu ache que tenha sido apenas um devaneio de uns malucos aí.
Depois dos quatro votos de senadores petistas pela aprovação dos relatórios que pedem a cabeça de Renanzinho no Conselho de Ética, parte do PMDB já começou negociações com os capetinhas do DEM. Se essa aliança se confirmar, embora minha análise seja a mesma para os partidários de ambas as agremiações, no fundo, no fundo, poderá ser bom para o país. A oposição talvez se fortaleça, uma vez que está quase que insignificante nos tempos atuais, e force um pouco mais o governo federal a fazer algo de sério, concreto e planejado, além das propagandas diárias e inócuas.
Se Deus fez o homem à sua imagem e semelhança, ou os e.ts. não existem, ou são iguaizinhos a nós ou são criação do Capeta. Vai saber.
Eu bem que tentei escrever sobre o novo reality show estadunidense, mas a coisa é tão esdrúxula que não consegui concatenar as idéias. Leia na Folha, que é mais negócio.
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